As mudanças no padrão de consumo alimentar vêm acontecendo de forma exponencial. A Pesquisa Vigitel – Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – revelou, em uma recente análise (2016), uma mudança progressiva no hábito alimentar da população, caracterizada pela diminuição significativa da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais no cardápio do brasileiro. Com destaque ao consumo regular de feijão, por exemplo, que diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. Além disso, o inquérito mostrou que apenas 1 entre 3 adultos consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana. A baixa qualidade dos produtos disponíveis no mercado ocasionou uma ingestão desenfreada de alimentos com alto valor calórico e pouco nutritivos que, em conjunto com o sedentarismo, vem gerando cada vez mais uma população com sobrepeso e excesso de gordura, a chamada overfat. O estresse é outro fator que interfere…

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