A beleza corporal vem se tornando um alvo de árdua conquista pelas pessoas, em diversos sentidos. O envelhecimento é uma das maiores preocupações relacionadas à estética do corpo, principalmente no que se diz respeito à aparência da pele. Com o tempo, as células vão perdendo sua capacidade de se replicar, devido aos danos no DNA decorrentes da radiação ultravioleta, de toxinas ou de alteração relacionada à idade. Diante disso, começam a surgir sinais característicos desse período, como linhas de expressão, diminuição da espessura da pele e ressecamento cutâneo.

Diariamente, a exposição à agentes externos, incluindo principalmente a radiação solar, contribui para desencadear potencialmente o estresse oxidativo, e com isso, a formação expressiva de radicais livres (EROs). Esses compostos são capazes de promover desordens cutâneas expressivas, como o comprometimento da integridade da estrutura da pele, desestruturação das fibras de colágeno e elastina e contribuição para acelerar o processo de envelhecimento deste tecido. Entretanto, o organismo possui alguns mecanismos de defesa relacionados ao equilíbrio na formação e neutralização desses radicais, e sofre grande influência de determinados componentes nutricionais.

>Sabe-se claramente que a alimentação é uma forte aliada na busca pela saúde, prevenção de doenças e, neste caso, cuidados com a pele. O resultado da nutrição adequada reflete diretamente na aparência da pele, visto que muitos componentes funcionais presentes nos alimentos nutrem as células deste tecido e reduzem os danos provocados pelos radicais livres. Os antioxidantes são os mais importantes para esse processo, sendo que o seu consumo diário é o principal aspecto a ser modulado na alimentação. Dentre eles, destacam-se a classe dos carotenoides, como o licopeno e o betacaroteno presentes nos alimentos alaranjados e vermelhos (tomate, mamão, abóbora), e a luteína e zeaxantina, encontrados nos vegetais verdes-escuros e gema de ovos. Estes compostos bioativos não são sintetizados pelo organismo, evidenciando a importância do seu consumo pela dieta e por complementos nutricionais.

Outro aspecto a ser demonstrado é quanto ao aproveitamento total dos nutrientes vindos da alimentação e suplementação. Para possibilitar que isto ocorra, avalia-se a biodisponibilidade do composto, através de sua capacidade em atravessar a parede intestinal e alcançar a corrente sanguínea, e consequentemente difundir-se para os tecidos-alvo. A absorção de carotenoides pela alimentação é complexa e relativamente mais baixa quando comparada à nutracêuticos que contenham esses compostos. Vários fatores influenciam a biodisponibilidade do licopeno, como forma cristalina, a matriz alimentar, quantidade e tipo de gordura dietética, o processo de absorção, interação entre os carotenoides, processamento dos alimentos fontes. Dentre esses fatores, um fator bem importante é a forma cristalina. Quanto menor o tamanho da partícula, maior a biodisponibilidade.  Dessa forma, fornecer um ativo de licopeno otimizado para garantir alta biodisponibilidade para o organismo torna-se um desafio. Para garantir a maior biodisponibilidade do licopeno, a Galena traz para o mercado o Lacto-licopeno®, um ativo extraído de uma variedade selecionada de tomates, com elevada concentração em licopeno associada às proteínas do leite que garante alta biodisponibilidade deste composto. Por conta de sua biodisponibilidade e rica concentração em licopeno, Lacto-Licopeno® possui uma potente ação antioxidante, devido a sua capacidade de reagir com os radicais livres, principalmente radicais peróxidos e com o oxigênio molecular, o que gera potente ação antioxidante, proteção da pele contra a radiação UVB e estímulo para a diferenciação dos queratinócitos, favorecendo a modulação da espessura da epiderme, promovendo firmeza e inúmeros benefícios para a pele.

REFERÊNCIAS

DARVIN, M.E. Non-invasive measurements of the kinetics of the carotenoid antioxidant substances in the skin. PhD thesis, Universitätsmedizin Berlin- Charite, 2007.

DARVIN, M. et al. Cutaneous concentration of lycopene correlates significantly with the roughness of the skin. European Journal of Pharmaceutics and Biopharmaceutics, 69: 943–947, 2008.

MORITZ, B; TRAMONTE, V. Biodisponibilidade do licopeno. Rev. Nutr., Campinas, v. 19, n. 2, p. 265-273, Apr. 2006.

PUJOL, A.P. Nutrição aplicada à Estética. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2011.

 

Posologia: Administrar 2 doses ao dia

Posologia: Administrar 1 dose ao dia, juntamente com a refeição.

Posologia: Administrar 1 dose ao dia, juntamente com a refeição.

Posologia: Administrar 1 dose ao dia, juntamente com a refeição.

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