A alimentação desequilibrada nos dias atuais tem sido uma das maiores preocupações dos profissionais e órgãos de saúde, principalmente por conta das consequências intituladas a esse hábito. Muito além do ganho de peso, o excesso do consumo de alimentos refinados, industrializados e ricos em gorduras maléficas pode comprometer diversas partes do organismo, incluindo o trato gastrointestinal (TGI).

A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é uma das doenças crônicas que acometem o TGI, mais observada na prática clínica, acarretando importante impacto socioeconômico e psicológico. Estudos europeus demonstraram uma redução de produtividade em até 10,7 horas de trabalho semanais em função dos sintomas de DRGE, além de que pessoas com esses sintomas tiveram seu bem-estar físico e emocional prejudicados quando comparados à população geral. É caracterizada pela passagem do conteúdo gástrico para o esôfago, provocando sintomas como azia, regurgitação, pirose e lesões esofágicas. A prevalência de refluxo, definida como pelo menos um episódio semanal dos sinais citados acima, é de 10 a 20% no mundo ocidental. No Brasil, um inquérito populacional avaliando 13.959 indivíduos, em 22 cidades, revelou prevalência anual de pirose em torno de 11,8%.

A alimentação exerce grande influência no desenvolvimento da DRGE. A ingestão excessiva de produtos gordurosos é o principal aspecto relacionado, visto que os lipídeos necessitam de um tempo maior de digestão. Além disso, outros produtos como bebidas cafeinadas, frutas cítricas e pimenta podem aumentar os sintomas do refluxo, devido ao estímulo gástrico e a mudança de pH e, por isso, devem ser evitados. O tratamento medicamentoso objetiva o alívio dos sintomas, a cicatrização das lesões e a prevenção de recidivas e complicações da DRGE. Pode-se classificar como abordagem terapêutica as medidas comportamentais (através da alimentação e de hábitos de vida saudáveis) e farmacológicas, que deverão ser implementadas simultaneamente. A utilização de medicamentos é indicada por curtos períodos e pode causar diversos efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente. Pensando nisso, a possibilidade de utilizar compostos naturais eficazes para o tratamento, sem reações adversas, é totalmente relevante e benéfico.

Sendo assim, a Galena traz para o mercado uma combinação de dois extratos naturais que apresentam atividade gastroprotetora comprovada. Mucosave® FG é composto por polissacarídeos do cladódio de Opuntia fícus indica, que apresentam atividade mucoadesiva, com os bifenóis de Olea europaea, promovendo efeito calmante e anti-inflamatório para a mucosa gástrica sensibilizada em indivíduos com sintomas no TGI. É um ativo capaz de acelerar o processo de recuperação da barreira da mucosa gástrica, formando uma espécie de camada protetora. Deve ser prescrito para farmácia de manipulação, por profissional capacitado, avaliando a condição clínica de cada paciente.

REFERÊNCIAS

EL-SERAG, H. et al. Gastroesophageal reflux among different racial groups in the United States. Gastroenterology, v. 126, n. 7, p. 1692-9, jun. 2004.

FERREIRA, Cristina Targa et al. Doença do refluxo gastroesofágico: exageros, evidências e a prática clínica. J. Pediatr. (Rio J.), Porto Alegre, v. 90, n. 2, p. 105-117, Apr. 2014.

NORTON, R; PENNA, F. Refluxo gastroesofágico. Jornal de Pediatria, v. 76, supl.2, p. 218-224, 2000.

SUZUKI, N. et al. Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE): epidemiologia e qualidade de vida em estudantes universitários. Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa, São Paulo, v. 56, n. 2, p. 65-7, 2011.

Posologia: Administrar 1 dose ao dia.

Comentário: Mucosave® FG auxilia na redução dos sintomas do refluxo, pois promove a formação de um filme protetor sobre a mucosa, além de auxiliar na recuperação da mesma e possui ação calmante e anti-inflamatória sobre a mucosa.

Posologia: Administrar 1 dose ao dia.

Comentário: Mucosave® FG auxilia na redução dos sintomas do refluxo, pois promove a formação de um filme protetor sobre a mucosa e possui ação calmante e anti-inflamatória sobre a mesma. A associação do mesmo com os protetores gástricos clássicos como o alginato de sódio e o bicarbonato de sódio potencializam seus benefícios.

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